RITA ILHÉUDiretora de Imagem Fotográfica

    Nasceu em Setúbal, a 09 de Outubro de 1999. Aos três anos pediu aos pais uma máquina fotográfica. Desde então, passou a observar o mundo através de uma lente.

    No Nordeste do Brasil, onde viveu até 2013, fotografava a flora e a fauna local repleta de diversidade. De regresso a Portugal, aperfeiçoou a arte, aprofundando-a através dos estudos universitários, no IADE, onde é finalista da licenciatura em Fotografia e Cultura Visual

    Em 2020, integrou os corpos diretivos da Associação Europeia de Saúde Educativa e Preventiva em Epigenética (AESEP), como secretária da Assembleia-Geral e fotógrafa responsável do projeto científico Observatório da Saúde dos Povos e do Fórum Anual de Saúde e Epigenética.

    Participou como Oradora no 1.º Fórum Europeu de Saúde – dedicado à Carta Europeia dos Direitos dos Doentes – palestrando sobre A Imagem do Doente – O Direito à Privacidade e à Informação Fidedigna.

    Voluntária da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) desde 2017, colaborou no apoio a idosos no bairro da Mouraria, em Lisboa, desenvolveu atividades de retoque da autoimagem, através de reportagem fotográfica e estímulo da imagem pessoal dos utentes do Centro de Apoio.

    Desenvolve, desde 2019, um projeto de Fotojornalismo sobre as atividades das casas de acolhimento, retratando vivências em algumas residências temporárias da SCML, divulgando a sua existência, de forma a ampliar ao máximo perante a sociedade a ação das residências temporárias e permanentes, bem como o impacto destas na vida dos utentes e das suas famílias. Após conclusão desta pesquisa, pretende publicar um livro sobre a mesma, bem como uma exposição na qual pretende envolver a SCML e o IADE.

    Criou um álbum de fotojornalismo como projeto final do período letivo 2017/2018, com a poluição nas praias como temática, denominado Costa Pacífica.

    Considera a fotografia como uma forma de arte na qual, através da lente, se pode ver e recriar a magia e o mistério do mundo. Recorre a ferramentas de edição de imagem para evocar universos entre o real e a ficção, explorar a metafísica, a espiritualidade e as suas próprias reações e sentimentos, construir narrativas para si e para terceiros e convidar à reflexão

    Tem uma página na rede social de fotografia  Flickr, na qual constam –  por exemplo – fotografias da sua expedição ao Kruger Park, na África do Sul, entre outras de um já variado portefólio.

     

     

     

     

     

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